Que a zica esteja com você!

7 Nov

Sabe aquela sexta-feira em que tudo pode dar errado e …dará?! Então!
Saí de casa toda pans, com meu tênis novo e quando me dou conta, tem chiclete grudado nele, colegas. Não na sola, no PANO!
Claro…Deus deve ter cuspido ele lá de cima, e grudou no meu tênis! Não sei qual fenômeno fez isso acontecer.
Continuando, peguei ônibus em direção a São Bernardo do Campo e me sento ao lado de um único assento disponível.
Quem estava ao meu lado era um negão bem pimp-lord, sabe? Engraçado!
Mas depois não foi engraçado…o ser humano começou a me comer com os olhos e pediu meu telefone. Assim, do nada. Homens, daonde vocês tiram essas ideias GENI(T)AIS?!
O cara chega, pede meu tel, eu obviamente vou passar porque não resisto ao charme dele, e a gente vai ser feliz!! ALOK.
Me poupeeeeeeeeeeeeeeeeem. Que doente, né. Eu coloquei meu fone de ouvido e nem me dei o trabalho de abrir a boca pra respondê-lo. Ele, agora sim, muito coerente, desceu na hora do busão.
Ótimo. Uma esperança de que o dia ia ser bom!
Cheguei em SBC e fui na Alphagrafics pedir um orçamento pro meu TCC. Acontece que naquela unidade não fazem capa dura, diagramação, etc. Ou seja, TUDO o que eu precisava, não tinha lá.
Que boooooooooom. Só perdi tempo!
Saí correndo porque tinha que encontrar meu bofe e adivinha? Levei um capote na rua, bixo…que não tá escrito!!! Detalhe, eu de saia caindo do nada numa calçada de paralelepípedo.
Não fiquei de pernas pro ar, menos mal. Mas meu joelho ficou fudidasso! E eu manca. Toda linda. E AH! Ralei meu tênis novo também.
Aí marquei com a minha amiga de ver Hell às 20h no Sesc Paulista e depois encontraria a Calábria no bar. Umas 18h30 passou o ônibus pro metrô e eu perdi…simplesmente perdi. Até mandei tchauzinho pra ele.
Só fui pegar outro às 19h, e na inocência achei que chegaria de SBC à Paulista em 1h. Coitada né.
Mal saí do brejo e já começou uma chuva do caralho! Só faltou nevar nessa bosta de dia! Veio o frio e eu sem blusa e sem guarda-chuva, lógico.
Minha amiga me liga e diz pra gente cancelar. Nem me dei o trabalho de não cogitar isso porque realmente não era o meu dia. Achei melhor mudar o caminho e ir pra casa.
Eis que me dou conta de que o ponto onde estou é no meio do mato, onde não há civilização e já era de noite e eu de saia! Ou seja, me-do.
Abordei o primeiro cidadão que apareceu na minha frente e fiz a joão-sem-braço, ou melhor, sem joelho, e pedi informação que eu já sabia.
Gente, eu acredito na humanidade agora. O cara foi tão gentil e tão bacanex que eu pasmei! Ele me acompanhou até os 50 pontos de ônibus a frente daquele que eu estava só pra eu não ser estuprada! Que amor!
Amei. E ainda consegui pegar o ônibus pra casa bem na hora que eu cheguei no bendito ponto!
Viu? A zica vem, mas ela há de ir embora!

 

Aham.

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